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07 Nov 2008 

Grécia

A História da Grécia tradicionalmente compreende o estudo dos gregos, as áreas por eles governadas e o território da atual Grécia. O âmbito da habitação e governo do povo grego sofreu várias mudanças através dos anos e, como conseqüência, a história da Grécia reflete essa elasticidade. Cada era, cada período, tem suas próprias esferas de interesse.
Os primeiros gregos chegaram na Europa pouco antes de 1.500 a.C., e durante seu apogeu, a civilização grega governara tudo o que se incluía entre a Grécia, o Egito e o Hindu Kush. Os gregos estabeleceram tradições de justiça e liberdade individual, que viriam a se estabelecer como as bases da democracia contemporânea. A sua arte, filosofia e ciência tornaram-se fundamentos do pensamento e da cultura ocidentais. Os gregos da antigüidade chamavam a si próprios de helenos (todos que falavam grego, mesmo que não vivessem na Grécia), e davam o nome de Hélade a sua terra. Os que não falavam grego eram chamados de bárbaros. Durante a antigüidade, nunca chegaram a formar um governo nacional, ainda que estivessem unidos pela mesma cultura, religião e língua.


Do passado remoto grego até o mundo atual, grande parte das minoridades gregas permaneceram em seus territórios gregos anteriores (p.ex., Turquia, Itália, Líbia, Levante etc.), e os emigrantes gregos assimilaram-se a diferentes sociedades por todo o globo (p.ex., América do Norte, Austrália, norte da Europa, África do Sul etc.). Atualmente, contudo, a maioria dos gregos vive nos estados da Grécia contemporânea (independente desde 1821) e no Chipre (independente desde 1960).


A primeira civilização a aparecer na Grécia foi a civilização minóica (ou minoana, ou mínia) no Mar Egeu. Essa cultura tomou lugar aproximadamente entre 2600 a.C. e 1450 a.C. Comparativamente a períodos mais recentes da história grega, pouco se sabe a respeito dos minoanos, de quem até mesmo o nome é um termo moderno, provindo de Minos, lendário rei de Creta. Aparentemente eram um povo pré-Indo-Europeu; sua língua, conhecida como Eteocretense e desprovida de relação com o idioma grego, é provavelmente o que se vê no sistema de escrita denominado Linear B, encontrado na ilha, mas que ainda não se conseguiu decifrar.


Os minóicos eram um povo principalmente mercante, engajados no comércio marítimo, isto é, eram de cultura talassocrática. Características da vida religiosa minóica incluem principalmente o simbolismo, a ausência de templos e a proeminência de divindades femininas.


Apesar das causas da queda desse povo serem incertas, é sabido que terminaram por serem invadidos pelos micênicos, um povo da Grécia continental.


A Grécia Micênica, também conhecida como "Grécia da Idade do Bronze", é o nome dado à civilização da Idade do Bronze do período Heládico Antigo (este último, geralmente estabelecido como o intervalo 2.500-1.900 a.C.). A cultura grega desse período durou desde a chegada dos gregos no Egeu, por volta de 1.600 a.C. até o colapso de sua civilização da Idade do Bronze por volta de 1.100 a.C.. É a esse período que refere-se o trabalho épico de Homero, bem como muito da mitologia grega. O período Micênico teve seu nome adotado a partir do sítio arqueológico de Micenas, cidade situada no nordeste da Argólida, uma região do Peloponeso (enorme península no sul da Grécia). Atenas, Pilos, Tebas e Tirinto também são importantes sítios arqueológicos do período micênico grego.


A civilização micênica era dominada por uma aristocracia guerreira. Por volta de 1.400 a.C. os micênios estenderam seu controle a Creta, o centro da civilização Minóica (cf. item anterior, Civilização do Egeu), e adotaram uma forma da escrita minóica para que pudessem registrar sua primitiva variante da língua grega. Ao novo sistema de grafia (símbolos minóicos representando a nova língua grega), o sistema de escrita micênico, se convencionou chamar de Linear B.


Os micênicos enterravam seus nobres em θόλοι (thóloi, singular thólos; literalmente "cúpula" ou "em forma de cúpula"), grandes câmaras de sepultamento circular com um alto teto abobadado e uma passagem de entrada aberta em forma retangular, alinhada com as pedras das quais era feito o sepulcro. Márgio Giordani define um exemplo clássico de tholos como sendo "a tumba encontrada em Micenas e conhecida como Tesouro de Atreu." Era comum enterrarem adagas ou qualquer outro equipamento militar com o falecido. A aristocracia era freqüentemente enterrada com máscaras de ouro, tiaras, armaduras e armas incrustadas de jóias. Os micênios eram enterrados na posição sentada, e alguns indivíduos da aristocracia foram mumificados.


Por volta de 1.100 a.C. a civilização micênica entrou em colapso. Várias cidades foram saqueadas e a região entrou no que os historiadores denominam Idade das Trevas. Durante esse período a Grécia viveu um declínio tanto populacional como literário. Os próprios gregos costumavam atribuir a causa desse declínio à invasão duma nova vaga de gregos, os Dórios. Todavia, as evidências arqueológicas que poderiam comprovar esse ponto de vista são escassas.


A Idade das Trevas na Grécia (c. 1200 a.C.-800 a.C.) refere-se ao período da pré-história grega começando com a presumida invasão dórica, ocasionando o fim da civilização micênica no século XI a.C., e terminando na ascensão das primeiras cidades-estados gregas no século IX a.C., com os poemas épicos de Homero e com as primeiras instâncias da escrita alfabética grega no século VIII a.C..


O colapso dos micênicos coincidiu com a queda de vários outros grandes impérios no Oriente Próximo, especialmente o império hitita e o egípcio. O motivo pode ser atribuído a uma invasão da população talassocrática de posse de armas de ferro. Quando os dórios apareceram na Grécia, também eles estavam equipados com armas de ferro de qualidade superior, facilmente dando cabo dos já fracos micênicos. O período que se seguiu a esses acontecimentos é chamado de Idade das Trevas na Grécia ou Idade das Trevas Grega.


A arqueologia mostra que a civilização do mundo grego sofreu um colapso nesse período. Os grandes palácios e cidades dos micênicos foram destruídos ou abandonados. A língua grega deixou de ser escrita. A arte cerâmica da Grécia durante a idade das trevas mostra desenhos geométricos simplistas, desprovida da rica decoração figurativa dos produtos micênicos. Os gregos do período da idade das trevas viviam em habitações menores e mais esparsas, o que sugere a fome, escassez de alimentos e uma queda populacional. Não foram encontrados em sítios arqueológicos nenhum artigo importado, mostrando que o comércio internacional era mínimo. O contato entre poderes do mundo exterior também foi perdido durante essa época, resultando num progresso cultural vagaroso, bem como uma atrofia em qualquer tipo de crescimento.


Os reis desse período mantiveram sua forma de governo até que foram substituídos por uma aristocracia. Mais tarde, nalgumas áreas, essa aristocracia foi substituída por um setor aristocrático dentro de si próprio - a elite da elite. As técnicas militares de guerra tiveram seu foco mudado da cavalaria para a infantaria, e devido ao barato custo de produção e de sua disponibilização local, o ferro substituiu o bronze como metal, sendo usado na manufatura de ferramentas e armas. Lentamente a igualidade cresceu entre os diferentes estratos sociais, resultando na usurpação de vários reis e na ascensão da família (γένος, genos).


As famílias (γένοι, génoi) começaram a recontruir seu passado, na tentativa de traçar suas linhagens a heróis da Guerra de Tróia, e ainda mais além - principalmente a Hércules. Enquanto a maior parte daquelas histórias eram apenas lendas, algumas foram separadas por poetas da escola de Hesíodo. Alguns desses "contadores de histórias", como eram chamados, incluíam Hecateu de Mileto e Acusilau de Argos, mas a maioria desses poemas foram perdidos.


Acredita-se que os poemas épicos de Homero contêm um certo montante de tradição preservada oralmente durante o período da Idade das Trevas. A validade histórica dos escritos de Homero têm sido disputada vigorosamente (cf. a "questão homérica").


Ao fim desse período de estagnação (uma das principais características da Idade das Trevas) a civilização grega foi tomada por um período de renascença que se espalhou pelo mundo grego chegando até o Mar Negro e a Espanha. A escrita foi reintroduzida pelos fenícios, retomada e modificada pelos gregos e, depois, pela Itália e pelos gauleses.


O período arcaico vai do século XII ao VIII a.C. Geralmente chama-se "Grécia Antiga" a todo o período da história grega anterior ao Império Romano, enquanto "Grécia Arcaica", termo usado pelos historiadores, refere-se especificamente a um dos períodos da antigüidade grega.


Alguns escritores incluem as eras das civilizações minóica e micênica no período arcaico grego, enquanto outros defendem a tese de que essas civilizações eram tão diferentes das culturas gregas posteriores que deveriam ser classificadas separadamente. Tradicionalmente convencionou-se afirmar que o período arcaico grego teve início com a data dos primeiros Jogos Olímpicos em 776 a.C., mas a maioria dos historiadores atualmente retrocedem esse intervalo até o ano de 1.000 a.C. aproximadamente. A data tradicional para o fim desse período é a morte de Alexandre, o Grande em 323 a.C., que marcou o início do período classificado como Helenístico. Todavia, nem todos observam essa regra de distinção entre a Grécia Arcaica e a Helenística: alguns escritores preferem considerar a civilização grega antiga como um continuum estendendo-se até o advento do Cristianismo no século III d.C..


A Grécia arcaica é considerada pela maioria dos historiadores como uma cultura que representou o fundamento da civilização ocidental. A cultura grega foi uma influência poderosa no Império Romano, que levou a muitas partes da Europa uma versão dessa cultura. A civilização da Grécia arcaica foi de influência pujante no mundo moderno, em diversos aspectos culturais, como língua, política, educação e escolaridade, filosofia, arte e arquitetura, principalmente durante a Renascença na Europa Ocidental, e, novamente, durante vários revivals néo-Clássicos no séculos XVIII e XIX d.C. tanto na Europa como nas Américas.


A unidade política básica na Grécia arcaica era a pólis (πόλις), geralmente traduzida como cidade-estado. A própria palavra "política" (em grego, τα πολιτικά, assuntos públicos ou assuntos do Estado) significa "assuntos da pólis". Cada cidade era independente, ao menos em teoria. Algumas cidades poderiam ser subordinadas a outras (como uma colônia tradicionalmente acedendo à sua cidade-mãe), outras poderiam adotar formas de governo inteiramente dependentes de outras cidades (os Trinta Tiranos de Atenas foram impostos por Esparta ao fim da Guerra do Peloponeso), mas o título de poder supremo de cada cidade encontrava-se nelas próprias.Isso significa que quando a Grécia entrava em guerra (p.ex., contra o Império Persa), era como se uma aliança entrasse em guerra. Tal característica, por outro lado, também deu ampla oportunidade para guerras dentro da própria Grécia, entre cidades diferentes.


A maioria dos nomes gregos conhecidos de leitores de mundo atual vem dessa época. Entre os poetas, Homero, Hesíodo, Píndaro, Ésquilo, Sófocles, Eurípedes, Aristófanes e Safo eram ativos. Políticos famosos incluem Temístocles, Péricles, Lisandro, Epaminondas, Alcebíades, Felipe II da Macedônia e seu filho Alexandre, o Grande. Ainda neste período, Sócrates, Platão e Aristóteles deixaram seu legado, bem como Heráclito de Éfeso, Parmênides, Demócrito, Heródoto, Tucídides e Xenofonte. Quase todo o conhecimento e estudo matemático formalizado n' Os Elementos de Euclides, publicado no período Helenístico, foi desenvolvido durante a era arcaica.


Duas guerras de importância-mor marcaram o mundo grego antigo: as Guerras Médicas e a Guerra do Peloponeso. As Guerras Médicas (500-448 a.C.) são contadas na "História" de Heródoto. As cidades gregas jônicas revoltaram-se contra o Império Persa e foram apoiadas por algumas cidades do continente, por fim sendo lideradas por Atenas (as batalhas mais memoráveis dessa guerra incluem a Batalha de Maratona, a Batalha das Termópilas, a Batalha de Salamina e a Batalha de Platéia). Olhar o resto estao no http://pt.wikipedia.org/wiki/Historia_da_grecia


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04 Nov 2008 

Roma (Itália)

Segundo a tradição, Roma teria sido fundada no ano de 753 a.C. por Rómulo e o seu irmão Remo. Rómulo e Remo envolvem se numa luta onde Rómulo acaba por assassinar o seu irmão Remo. No começo foi governada por reis mas, novamente de acordo com a tradição, tornou-se uma República em 509 a.C.. A cidade cresceu e, no final da República, Roma era a capital de um vasto império em volta do Mar Mediterrâneo. No seu auge, durante o século II, a cidade chegou a ter cerca de 45 000 prédios de apartamentos, e uma população de 1 600 000 pessoas. Seus aquedutos transportavam mais de um milhão de metros cúbicos de água, mais água do que chega à Roma moderna. Com o fortalecimento do Cristianismo na cidade, no século III d.C., o Bispo de Roma (que mais tarde passaria a ser chamado de Papa) tornou-se a maior autoridade religiosa na Europa Ocidental.

A partir de meados do século III, com o começo das migrações dos povos bárbaros para o interior das fronteiras do Império, e que eventualmente invadiriam por várias vezes a cidade, registrou-se um fluxo de habitantes da cidade para o campo; quando o Império entrou em colapso (476), pouco mais de 50 mil habitantes ainda moravam na cidade. A cidade de Roma estaria em mãos bárbaras (e apoiada economicamente e politicamente pelos Impérios Bizantinos) por pelo menos mais quatro séculos até que, em 756, Pepino III, o Breve, derrotou os Lombardos, devolvendo a Roma sua autonomia. Roma passaria a ser capital dos Estados Pontifícios até 1870, onde o Papa era a autoridade máxima do Estado.

Numa série de acontecimentos sem precedentes em toda a península itálica, Roma tornou-se a capital da nova Itália unificada de Giuseppe Garibaldi, em 1871. Em 11 de fevereiro de 1929, Benito Mussolini estabeleceu, numa série de acordos com o Papado, o Estado independente do Vaticano, cedendo um pedaço de 0,44 km² no seio da cidade a este novo país.

Durante a Segunda Guerra Mundial, Roma sofreu pesados bombardeamentos e foi também o palco de várias batalhas, embora tenha sofrido menos danos que outras cidades controladas pelo Eixo (como Berlim ou Varsóvia); foi capturada pelos Aliados em 4 de junho de 1944, tornando-se a primeira capital de uma potência central do Eixo a cair.

Nos anos que se seguiram à Guerra, a cidade foi palco de crescimento acelerado. Com cerca de 240 mil habitantes à época da unificação do país, a cidade cresceu para 692 mil em 1921 e 1,6 milhão em 1962.

Em 1960, Roma sediou as Olimpíadas de Verão.


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04 Nov 2008 

Torre de Babel

Babel, capital do Império babilônico, era uma cidade-estado extremamente rica e poderosa. Era um centro político, militar, cultural e econômico do mundo antigo. Tal qual cidades como Nova York e Paris, nos dias atuais, ela recebia grande número de imigrantes de diversas nacionalidades, cada qual falando um idioma diferente.

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Agora, geral:
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Segundo a narrativa bíblica no Gênesis na Bíblia, a Torre de Babel era uma "torre construída por uma humanidade unida para chegar ao céu. Visto que o homem queria ser como Deus, Deus parou este projeto ao confundir a sua linguagem, para que cada um falasse uma língua diferente". Como resultado, eles já não conseguiam comunicar entre si, e o trabalho foi parado. Os construtores foram depois dispersados as diferentes partes do mundo. Esta história é usada para explicar a existência de muitas línguas e raças diferentes.



Deseja ver mais??  Entre em :http://pt.wikipedia.org/wiki/Torre_de_Babel

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03 Nov 2008 

Culturas pré colombianas

 Culturas pré-colombianas


Os primeiros rastros de ocupação humana da região remontam a 10 mil anos a.C. Diversos povos ameríndios, com níveis de desenvolvimento diferentes, ocupavam o território colombiano, sendo que o mais avançado deles na época da conquista espanhola era o dos chibchas. No ano em que a América foi descoberta por Colombo, 1492, estima-se que a população indígena somava 850 mil pessoas, distribuídas em diversos grupos, muitos deles hábeis artesãos que deixaram a marca de sua existência moldada em ouro, como se pode ver também em Bogotá no Museu Nacional. Nenhum deles, entretanto, deixou registros escritos, o que não permite reconstruir sua evolução com a mesma precisão que se alcançou no estudo das grandes civilizações históricas do Novo Mundo. Em San Agustín, próximo à nascente do rio Madalena, encontraram-se vestígios de uma das mais fascinantes e menos estudadas civilizações do hemisfério Ocidental, extinta muitos séculos antes da chegada dos europeus. Conhece-se muito pouco sobre essas tribos; estima-se que a cultura de San Agustín começou a desenvolver-se no século V. Os taironas, quimbayas e calimas dominaram as artes da cerâmica e até montaram formas de governo, estabelecendo pactos políticos entre si.


Os povos das regiões planas e litorâneas organizavam-se socialmente como confederações de tribos, levavam vida muito simples e foram extintos pelos colonizadores espanhóis. Já em terras andinas havia culturas mais desenvolvidas, entre as quais se destaca a dos chibchas, que ocupavam os pontos mais altos da parte central da cordilheira Oriental, na parte alta do rio Magdalena. De cultura similar à inca, eram exímios agricultores, cultivando milho, batata e algodão. Não chegaram a formar um império unitário, mas apresentavam muitos traços culturais comuns. Atingiram grande densidade populacional na savana de Bogotá. Seu centro mais importante era Bacatá, próximo à posterior capital colombiana.


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03 Nov 2008 

Colômbia

A Colômbia é um país da América do Sul. Seu limite ao norte é o Mar das Caraíbas, ao leste é a Venezuela e o Brasil, ao sul o Peru e Equador e a oeste o Oceano Pacífico e o Panamá.Além do território continental, inclui também dois pequenos territórios insulares, o território de San Andrés e Providencia, no Mar das Caraíbas, e a ilha de Malpelo, no Pacífico. É o segundo país mais populoso da América do Sul, com aproximadamente 45 milhões de habitantes, e é o terceiro país mais rico desta.É também o 25º maior país em área no mundo e o quarto da América do Sul, com 1.141.748 km².

Sua capital é Bogotá, fundada em 1538  , com o nome de Santa Fé de Bogotá. Hoje possui quase sete milhões de habitantes, é a maior cidade do país e uma das mais populosas da América do Sul e do mundo.

Administrativamente, o país é dividido em 32 departamentos e em dez distritos.

A sua forma de governo é a República, com o presidente e o vice exercendo o mandato por quatro anos.

A língua oficial é o castelhano, herdado dos colonizadores espanhóis que foram metrópole do país até o início do século XIX. Algumas de suas músicas típicas são o bambuco e a cumbia.




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